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Mostrando postagens com marcador reflexão. Mostrar todas as postagens
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julho 06, 2011

Coletividade individual





AMO A HUMANIDADE. DETESTO O ZÉ E A JOAQUINA.


Amar a humanidade é fácil. Afinal, a coletividade não tem rosto.

Difícil, se não impossível em certos casos, é amar em nível individual gente como...

...o vizinho tosco, que toca [apo]Calypso no som do carro durante todo o sábado.

...o crente chato, que me enche o saco falando só de igreja e fazendo convites coercitivos.

...o ranzinza do colega de trabalho, que sofre de mau humor crônico e contamina o ambiente.

...o patrão sacana, que acha um "jeitinho" de sonegar meus direitos trabalhistas.

...o falso e fingido amigo, que me cobre de rapapés mas, longe de mim, faz minha caveira pros outros.

...o crápula que, para se autopromover, se diz meu "irmão de fé" e se junta a tudo quanto é grupo e rede social de que participo que tentam tratar a sério temas relativos à espiritualidade.

...o parente que, porque tem grana, pensa que pode decidir por mim o que é melhor para mim & família, etc.

Minha vontade, mesmo, é aproveitar este meu mau humor de hoje e mandar todos eles irem juntos sentar em supositórios pra hipopótamo!

Amá-los, não sei nem consigo. Se nem "ir com a cara deles" eu consigo, que dirá amá-los!

E sei que a recíproca é verdadeira, seguramente. Somos bípedes pensantes (nem todos) mas bem esquisitos, embora feitos à imagem dAquele que é Amor.

Cada um, todavia, divorcia-se da Imagem Original, escolhe seus próprios descaminhos de desamor e é por eles que trilha vida afora. Assim sou eu, assim é você -- sejamos sinceros!

Portanto, no nível individual, com exceção de poucas pessoas, eu não sei absolutamente nada do que seja amar. Aliás, sei sim, mas só em teoria. E teoria me abunda na cabeça. Neste caso, contudo, teoria e nada são a mesma coisa.

Em suma, dependendo de quem seja o meu "próximo", eu não cumpro nada do Mandamento dos mandamentos segundo o Cristo determina a todos os seus discípulos, de quem procuro ser um.

Mas sei que não é assim que deve ser. Deve haver esperança pro meu caso. Afinal, como sempre afirmo, eu amo a humanidade...

Fausto Castello

fonte: Publicado no Facebook no grupo Irmãos do Caminho da Graça

fevereiro 12, 2011

Eu e o Outro

“Tira primeiro a trave que está em teu olho, pois assim, quem sabe verás que não há cisco no olho do outro.”

Por que o defeito é sempre do outro?

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz...
Está muito ocupado.

Quando o outro fala é intrigante.
Quando você fala...
É crítica construtiva.

Quando o outro se decide a
favor de um ponto, é “cabeça dura”.
Quando você o faz...
Está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar...
É apenas distração.

Quando o outro fala de si mesmo, é egoísta.
Quando você fala...
É porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável,
tem uma segunda intenção.
Quando você ache assim...
É gentil.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem,
está se excedendo.
Quando você faz...
É iniciativa.

Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride...
É fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta pelos seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz...
É prova de caráter.

Quando o outro escreve isto,
é porque se acha o cara.
Quando é você que escrevo isto...
É porque é um cara humilde.

Em muitos julgamentos, julgamos a nós mesmos na figura do outro.

imagem: cartaz (no Brasil) do filme “The Eye”, com Jessica Alba

dezembro 31, 2010

Em 2011, Faça sua Escolha


Com toda certeza, não é o que visto, o que como ou o que tenho que 'de-termina' quem sou, mas sim as escolhas que faço.

Que neste ano que chega escolhamos algo sentido como abstrato pela maioria das pessoas, mas que na realidade é mais concreto que qualquer objeto de decoração ou arranha-céu:

O AMOR que produz em nós alegria, paz, longo ânimo,
nos torna agradáveis, bondosos, fiéis e
nos ensina a sermos mansos
e a ter domínio sobre nossas vontades.
Feliz ano novo a todos!

foto: nascer do sol em Paraty

dezembro 19, 2010

Fé, amor, esperança


Paulo escrevendo para os de Tessalônica, lembra-os de como a fé, o amor e a esperança são manifestas através da vida deles por meio do trabalho, do esforço e da perseverança.

Primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses, capítulo 1, versículo 3:
Lembramos continuamente, diante de nosso Deus e pai,
o que vocês têm demonstrado
Demonstrado a quem? A todos os crentes e em toda parte. A todos que me rodeiam, a todos que cruzam meu caminho, a todos a quem cruzo em seu caminho, a todos que me vêem.
o trabalho que resulta da fé
Uma fé operante: não trabalham pelo salário, numa atitude de "bater ponto" todos os dias, em todas as atividades, mas crêem que o trabalho realizado resultará em frutos para a eternidade.
o esforço motivado pelo amor
Um amor motivador: não se esforçam por obrigação, nem para mostrar aos outros seu compromisso e empenho para com a "causa", mas porque o amor daquele que os amou primeiro motiva-os a se esforçarem para que a Palavra seja semeada.
perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo
Uma esperança viva: não perseveram para manterem-se vivos, - visto as perseguições e sofrimentos pelos quais passaram -, nem para mostrarem que estão vivos e estão ali, mas esperam com alegria, em e por Aquele que ressuscitou e voltará.

Toda essa manifestação foi devida ao fato de que "apesar de muito sofrimento", os tessalocinenses, "receberam a palavra com alegria que vem do Espírito Santo" e "aceitaram-na não como palavra de homens, mas conforme ela verdadeiramente é, como palavra de Deus".

Imagem: Ada_Flor