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junho 10, 2011

Não funciona


Quando dois policiais militares arrancaram de dentro da viatura um rapaz ferido na perna e o executaram com um tiro mortal dentro do Cemitério Parque das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos, em pleno dia, e depois foram à delegacia de polícia e declararam que “o elemento” armado havia resistido à prisão, o que eles estavam querendo dizer, na sua linguagem tosca e bárbara, é que a Justiça não funciona, que eles e seus colegas costumam ajudá-la.

Quando, denunciado esse assassinato, o governo do maior estado brasileiro declarou que todos os casos de resistência à prisão seguida de morte, que ultrapassam os 500 por ano, passarão a ser investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o que ele estava querendo dizer, na sua linguagem de subentendidos, é que a Justiça, incluindo a polícia como seu braço investigador, não ignora como essas coisas são feitas, não é garantia de respeito à vida, não funciona como tal.

Quando a metade das tornozeleiras eletrônicas aplicadas aos presos que estavam em regime semiaberto ou que receberam indulto de Natal foi rompida e abandonada na rua nestes primeiros meses do ano, dispositivo este que possibilita à Justiça monitorar e localizar tais presos onde estiverem, o que esses sentenciados estavam querendo dizer, na sua linguagem desafiadora, é que a Justiça não funciona, não os intimida e que só por acaso serão reencontrados e presos. Estavam querendo dizer que esse é hoje o melhor esquema de fuga coletiva da prisão, com toda a segurança, organizado pela própria Justiça, bastando ao prisioneiro fazer um teatrinho de bom comportamento durante o ano.

Quando dezenas de senadores e deputados notoriamente corruptos, afastados do Congresso pela Lei da Ficha Limpa, a qual foi o povo exausto de tanta sujeira quem propôs e fez aprovar antes das eleições do ano passado, com a intenção de impedi-los de se candidatar, quando esses corruptos conseguiram recuperar seus cargos com base em preceito constitucional, o que eles estavam querendo dizer, na sua linguagem esperta e debochada, é que a retidão da Justiça não pode com o seu jogo de cintura e que nem todo poder emana do povo.

Quando empreiteiras de obras públicas e políticos se corrompem mutuamente, gostosamente, mancomunados com lobistas e doleiros, e põem o dinheiro resultante do superfaturamento a se multiplicar nos paraísos fiscais do mundo, e a Polícia Federal consegue provas sólidas da falcatrua de um desses casos, mas advogados espertos encontram meios de invalidar as provas alegando que foram obtidas a partir de denúncia anônima, e o Superior Tribunal de Justiça aceita o argumento, deixando claro que a prova em si, embora sólida, nem sempre vale alguma coisa, o que eles estão querendo dizer, na sua linguagem habilidosa e doutoral, é que o ideal de justiça não funciona em causas bem advogadas.

Quando partidos políticos, pela voz de seus próceres, admitem ter entrado na falcatrua do caixa dois, e argumentam que “todo mundo faz”, o que estão querendo dizer, na sua linguagem cínica, é que a Justiça não tem mão que os alcance.

Quando juízes embriagados ao volante atropelam e matam cidadãos, sendo que um deles, em Fortaleza, arrastou sua vítima, um motociclista, por 100 metros, e não são autuados em flagrante nas delegacias devido à sua alegada condição de juiz, o que eles estão querendo dizer, na sua linguagem classista, é que a Justiça não funciona igualmente para todos.

E quando uma mulher, sozinha, em lugar ermo como um cemitério em Ferraz de Vasconcelos, viu dois policiais militares arrancar um homem ferido de dentro da viatura, estranhou aquela atitude, ligou do seu celular para o 190 da PM, narrou o que acontecia no exato momento em que acontecia, que estava vendo um dos policiais pegar sua arma, dar um tiro mortal no homem e colocá-lo novamente na viatura, e falando ao telefone ela foi lá interpelar o policial, correndo o risco de morrer, chamou-o de mentiroso quando este alegou que estava prestando socorro à vítima, e comunicou ao 190 a placa e a identificação da viatura, o que ela estava querendo dizer, na sua linguagem indignada e corajosa, é que precisamos acreditar na Justiça, não apenas dizer que ela não funciona, mas ajudá-la a funcionar.

fonte: Veja São Paulo (27/04/2011)
autor: Ivan Angelo

junho 05, 2011

Comportamento nas redes sociais


Zelosas por sua imagem e segurança, as empresas estão cada vez mais de olho naquilo que funcionários e candidatos publicam nas redes sociais. Você sabe como usar os sites de maneira apropriada? Sabe o que não dizer nem o que não deve publicar?

Uma pesquisa recente da empresa americana de segurança de e-mail, Proofpoint, revelou que 7% das organizações já demitiram um empregado por causa de sua atividade em sites de mídia social. Outros 20% disseram que, por causa das redes sociais, empregados tiveram de ser advertidos. (via blog Ecommerce)

O boom atual das redes trouxe dinamismo para o compartilhamento de informações de um modo que vai muito além do simples lazer. Tais recursos podem ser utilizados efetivamente a favor de uma marca, para compreender o público e traçar estratégias focadas nas escuta e diálogo. Mas, para o usuário e funcionário, como utilizar estas redes a seu favor?

Em tempos que se debate tanto a privacidade e os limites entre a postura profissional e pessoal nas redes, uma coisa é certa: é preciso zelar pela imagem on-line e levar em consideração que tudo que é postado diz alguma coisa sobre você. Na dúvida, é sempre melhor moderar.

Erros que podem custar seu emprego

Quais são os comportamentos que um empregador poderia julgar prejudiciais nos perfis on-line de seus empregados? Observe alguns erros que os usuários cometem no Facebook, Orkut e Twitter, e que poderiam servir de porta para o desemprego:

# Postar comentários negativos sobre o trabalho ou a empresa
# Comentar questões privadas da empresa em fóruns públicos
# Oferecer muita informação sobre sua vida pessoal e atividades de lazer
# Publicar xingamentos, palavrões e palavras de baixo calão em geral
# Não respeitar opiniões, credo, filosofia, raça e todos os tipos de diferenças
# Mudar de identidade e fingir ser outra pessoa
# Publicar fotos íntimas e/ou desnecessárias
# Postar comentários sobre sua vida pessoal que poderiam levar um empregador a fazer um julgamento negativo sobre você
# Participar de comunidades de gosto duvidoso. Seu perfil é facilmente identificado pelos grupos que você segue.

Quanto menos comunidades você participar, melhor para a sua privacidade

Ser discreto em relação ao trabalho é a melhor prática para se evitar problemas com os chefes. Aproveite o espaço para mostrar o melhor de você. Se você usa o (curto) espaço das redes sociais para exibir seus projetos, você faz com que seus colegas e até os chefes se aproximem, abrindo espaço para conversas informais e até gostos em comum.

fonte: blog do Ministério do Trabalho e Emprego
imagem: freedigitalphotos

junho 04, 2011

Torne seu ambiente de trabalho mais agradável


Os ambientes nas empresas cada dia mais incentivam a discussão em grupo e o trabalho em equipe. Os espaços individuais estão cada vez menores, e para se dar bem nesse tipo de ambiente leia as dicas do jornal americano USA Today sobre como compartilhar um pequeno espaço mantendo sua privacidade intacta.

Controle o volume da voz
Quando você conversa com os colegas ou está ao telefone, costuma falar alto como se estivesse debaixo de uma cachoeira, berrando para ser ouvido?
Cuidado: um tom de voz acima do normal atrapalha – e muito – os colegas ao redor. Abaixe o volume.

Evite falar palavrões e palavras chulas
Uma das situações mais desagradáveis no ambiente de trabalho é ser obrigado a ouvir um colega de cubículo ou baia usar e abusar de palavrões e de obscenidades. Se você estiver ao telefone com um cliente, o que ele vai pensar? Este tipo de vocabulário pode passar batido no boteco ou no estádio de futebol – mas nunca num empresa ou numa instituição pública.

Respeite para ser respeitado
Muitas vezes é inevitável ouvir as conversas pessoais de seu colega de cubículo. Mas isso não justifica comentar, questionar ou dar palpite no que ele acabou de dizer. Disfarce.

Não fique com conversa fiada
Trate de limitar suas conversas pessoais ao mínimo indispensável. Afinal, ninguém é obrigado a escutar um discurso de meia hora sobre aquele seu problema de joanete, sobre os detalhes da morte de Clodovil,ou sobre o último eliminado no Big Brother Brasil.

Preste atenção na situação
Antes de invadir o espaço de alguém, descubra se aquele é um bom momento.
Você gostaria de dar de cara com alguém justo na hora em que acabou de perder o encaminhamento de um processo importante e urgente, a aprovação de um grande contrato ou depois de uma discussão tensa com seu chefe?

Analise o ambiente
Metade daquele sanduíche cheio de molho, cebola e maionese que você devorou na hora do almoço está em pleno processo de deterioração na cesta de lixo?
Você costuma caprichar na loção pós-barba ou no perfume de sua preferência?
Coloque-se no lugar do seu vizinho...

Tem lugar para tudo!
Seu local de trabalho não é extensão do toalete. Portanto, nada de pentear os cabelos, retocar a maquilagem, lixar as unhas, passar fio dental, usar spray para garganta, essas coisas...

Não obrigue a pessoa a parar tudo o que está fazendo para atender você Trabalhar em ambientes abertos, com divisórias, faz com que as pessoas sejam obrigadas a entrar numa sintonia fina. Quando alguém está concentrado ou em plena data final para entregar uma tarefa ou um projeto, não interrompa. Deixe um bilhete na mesa dele dizendo "Preciso falar com você".

imagem: oregon.gov