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novembro 14, 2011

Presidente regulamenta Política Nacional de SST


Brasília/DF - A presidente da República, Dilma Rousseff, assinou nesta segunda-feira (7), juntamente com os ministros da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e da Saúde, Alexandre Padilha, o decreto que regulamenta a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST).

De acordo com o decreto, publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União, a PNSST tem por objetivos a promoção da saúde, a melhoria da qualidade de vida do trabalhador, a prevenção de acidentes e de danos à saúde relacionados ao trabalho. São princípios dessa política o fortalecimento da universalidade, o diálogo social e a integralidade de ações entre os três ministérios envolvidos.

A PNSST aponta como prioritárias as ações de promoção e proteção sobre as de assistência, reabilitação e reparação. Para alcançar esse objetivo, a política deverá ser implementada por meio da articulação continuada das ações de governo, por meio de um comitê executivo no campo das relações de trabalho, previdência e saúde, com a participação das organizações representativas de trabalhadores e empregadores.

Para o diretor do departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência, Remígio Todeschini, a assinatura do decreto tem um papel fundamental no combate à acidentalidade. "A assinatura do decreto pela presidenta reforça a necessidade de se combater de frente a questão da acidentalidade no país, determinando uma ação integrada entre os ministérios da Previdência, Trabalho e Saúde e fortalecendo o diálogo social com trabalhadores e empregadores", destacou Todeschini.

A formulação e gestão das principais diretrizes da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho deve ser realizada, de acordo com o decreto, pela Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho. A Comissão já realizava desde 2008 esta função através de portarias interministeriais.

Comissão Tripartite
A Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho tem como objetivo principal avaliar e propor medidas para implementação, no Brasil, da Convenção nº 187, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da Estrutura de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho entre os diversos países. A Comissão é composta de representantes do governo, das áreas de Previdência Social, Trabalho e Emprego e Saúde, de representantes dos trabalhadores e dos empregadores.


Clique aqui para acessar Decreto nº 7.602

Fonte: ASCOM/MPS  (08/11/2011), na Revista Proteção
Imagem: Beto Soares/Estúdio Boom

novembro 09, 2011

Laudo ergonômico por posto de trabalho individual

 COMO ELABORAR UM LAUDO ERGONÔMICO CONSCIENTE

O Laudo Ergonômico deve ser elaborado por posto de Trabalho individual, sempre levando em consideração a empresa como um todo.

Nada deve ser analisado de forma segmentada.

Conforme a NR 17, o objetivo do Laudo Ergonômico é estabelecer parâmetros para a adaptação das condições de trabalho as características psicofisiológicas dos trabalhadores.

O desenvolvimento de um Laudo Ergonômico consta de:

  • Estudo detalhado dos processos utilizados no desenvolvimento das atividades;
  • Avaliações qualitativa e quantitativa dos riscos ergonômicos;
  • Avaliação do mobiliário e equipamentos frente as atividades (hora x homem x trabalho);
  • Aferição e análise das condições ambientais dos locais de trabalho;
  • Recomendações técnicas para melhoria das condições de trabalho;
  • Implantação de medidas de controle;
  • Treinamentos e cursos sobre ergonomia;
Vamos falar um pouco sobre o Laudo Ergonômico:

Quando uma empresa sofre uma ação fiscalizatória da DRT (Delegacia Regional do Trabalho) e não desenvolve nenhuma ação em ergonomia ou ações insatisfatórias geralmente é notificada, com um prazo para elaboração do (s) documento (s) solicitado (s) - geralmente o Laudo Ergonômico - passível de multa caso não cumpra esse prazo. Neste caso vem uma pergunta extremamente atual para o gestor da empresa:

A elaboração da Análise Ergonômica do Trabalho (Laudo Ergonômico) é suficiente para proteger minha empresa?
A resposta é DEPENDE!

Vejamos em mais detalhes…

O primeiro ponto é que o Laudo Ergonômico (AET) é exigência legal dentro do conjunto de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, descrita na norma número 17 — AQUI VOCÊ PODE ACESSAR A NR 17. A segunda questão é que hoje em dia não basta somente a empresa contratar uma pessoa ou empresa que identifique os riscos presentes no ambiente de trabalho, é preciso que o profissional que desenvolve trabalhos em ergonomia aplique conceitos de gestão em suas análises de risco: identificando, eliminando (ou controlando), priorizando, avaliando e validando seus trabalhos.

Com freqüência, apenas a primeira e a segunda etapas são contempladas nos estudos ergonômicos. O profissional se dirige a empresa, fotografa algumas situações, aplica alguns questionários e elabora o relatório do tipo:

1- Posto de trabalho A

Riscos: B + C
Sugestão de Melhoria: SS.

Isso é suficiente? DEPENDE! Muitas vezes não… Hoje tem se exigido, além da identificação do risco e a sugestão de melhoria, uma melhor caracterização das atividades de trabalho, estabelecendo prioridades para as ações de controle e principalmente acompanhamento do trabalho.

Cada vez menos se admite o “Laudo de Gaveta”, somente para “cumprir tabela”. Muitas ações fiscalizatórias têm exigido que a AET contenha no mínimo uma planilha de correções (cronograma), pois neste caso se estabelecem prazos de cumprimento e de avaliação.

Para não nos estendermos por hoje, cabe ressaltar novamente o papel do profissional capacitado. A cobrança acaba sendo natural por parte de algumas empresas, pois um laudo mal elaborado pode trazer mais custos do que benefícios, acaba gerando o “retrabalho”.

Já diz o velho ditado “Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia”, mas se cabe um conselho aos profissionais que adentram à área é que surgindo uma possibilidade de trabalho, contate algum profissional com maior experiência, faça parcerias, pesquise, empenhe-se… Vale mais a pena começar com menores rendimentos porém da maneira correta!

Quem assina seu laudo, tem que ter condições técnicas e psicofisiológicas para representá-lo caso haja algum problema e alguma perícia seja indicada.

Portanto: faça mas...faça certo!

A saúde do trabalhador é muito importante pois o "capital humano" é o maior patrimônio de qualquer empresa.

Texto de Osny T. Orselli
• Engenheiro Mecânico - Escola Politécnica - USP - SP • Engenheiro de Segurança do Trabalho - Escola de Engenharia Mackenzie - SP • Pós Graduação em Administração de Empresas - Fundação Getúlio Vargas - SP • Especialização em Engenharia de Produção - Fundação Getúlio Vargas - SP • Especialização em Altos Estudos Estratégicos - Escola Superior de Guerra - ADESG - SP • Professor do Estado de São Paulo na disciplina de Higiene e Segurança do Trabalho • Membro oficial do US NATIONAL SAFETY COUNCIL - USA • Membro oficial do US HUMAN FACTORS AND ERGONOMIC SOCIETY - USA • Diretor Técnico Científico da ASE - All Safety Ergonomics - Mundoergonomia • Membro do Conselho Consultor da CMQV - Câmara Mutidisciplinar de Qualidade de Vida - responsável pelo departamento de ERGONOMIA • Diretor do CONSELHO COMUNITÁRIO DE SEGURANÇA - Jacareí - SP • Conselheiro da FIESP/ SESI E SENAI - Jacareí - SP • Coordenador Técnico do PPRE - Programa de Prevenção de Riscos Ergonômicos da CMQV - SP

Fonte: Grupo Sobes

novembro 07, 2011

A sustentabilidade e o ambiente de trabalho


Muito se tem divulgado na mídia sobre as práticas de sustentabilidade das empresas. Dentre as várias conceituações do que vem a ser sustentabilidade, temos como pontos comuns os pilares econômico, social e o ambiental. Pode-se incluir, também, o aspecto cultural na noção de desenvolvimento sustentável. Tudo isso dentro de um processo sistêmico de atuação e utilização desses recursos, de forma racional, balanceada e, como não poderia deixar de ser, sustentada.

Ser sustentável é atuar no presente com um olhar no futuro, uma visão de longo prazo.

Uma das bandeiras mais levantadas, e com razão, pelas entidades e setores empresariais é a da sustentabilidade ambiental. É o desenvolvimento ecologicamente sustentável. O meio ambiente, usualmente tratado nesse conceito de sustentabilidade, é o meio ambiente natural: água, ar, solo, flora e fauna. É a chamada fábrica verde. São produtos com selo verde.

Mas, além do meio ambiente natural, há também o meio ambiente artificial, cultural e do trabalho.

Assim, a propósito do assunto, quando se fala em sustentabilidade ambiental apenas envolvendo o meio ambiente natural, esta se considerando apenas uma árvore da floresta, deixando de focar também o meio ambiente do trabalho.

Ambiente de trabalho saudável é fator essencial para a qualidade de vida

O desenvolvimento sustentado da sociedade tem por objeto principal a preservação e disponibilização dos seus recursos voltados para a melhoria da qualidade da vida humana, sem detrimento das gerações posteriores.

O meio ambiente do trabalho equilibrado, inserido nesse contexto, é direito constitucional de todos os cidadãos brasileiros, para uma qualidade de vida saudável, incumbindo ao poder público assegurar a efetivação desse direito. A redução dos riscos inerentes ao trabalho também constitui um dos direitos sociais assegurados pela Constituição Federal, visando à melhoria da sua condição. A dignidade da pessoa humana (e do trabalhador) é um dos direitos humanos fundamentais da República Federativa do Brasil.

Normas da OIT também tratam da promoção da segurança e saúde dos trabalhadores, mas a sua efetivação depende de cada estado-membro e, na última linha, da própria sociedade.

A ideia de um ambiente de trabalho saudável é fator essencial para a qualidade de vida do trabalhador, do ponto de vista físico e psíquico. Além do que um ambiente de trabalho seguro e sadio é um cenário propício para que os empregados possam atingir as metas estabelecidas pelas empresas, além da melhoria do clima organizacional.

Do ponto de vista do meio ambiente interno da empresa ou meio ambiente do trabalho, existem diversos indicadores utilizados pelas empresas para monitorar e, principalmente, para atuar na prevenção de riscos e agentes agressivos aos trabalhadores nos seus estabelecimentos.

Além disso, há uma série de exigências legais em matéria de segurança e medicina do trabalho a serem cumpridas pelas empresas, como o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho, entre muitas outras obrigações constantes nas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego.

Fazendo uma correlação do meio ambiente de trabalho com o pilar social da estrutura da sustentabilidade, temos a função social da propriedade e do contrato, previstos na Constituição Federal e no Código Civil brasileiro, ou seja, a empregadora e o contrato de trabalho, num contexto Ambiente de trabalho saudável é fator essencial para a qualidade de vida amplo e não apenas de uma relação contratual de obrigações e direitos entre particulares. A ordem econômica é fundada no trabalho humano valorizado e na livre iniciativa. Por sua vez, a valorização do trabalho, com a função social do contrato, tem por fim a dignidade da pessoa humana do trabalhador.

Assim, num círculo virtuoso, temos o trabalhador respeitado e valorizado, num ambiente de trabalho sadio e equilibrado e a melhoria na qualidade de vida. É eterna busca do bem-estar, da felicidade dos seres humanos.

A ONU reconheceu formalmente a busca da felicidade como um objetivo fundamental e uma aspiração universal, devendo ser viabilizada pelas políticas públicas dos estados-membros. Nesse sentido, há uma Proposta de Emenda à Constituição Federal, em trâmite no Congresso Nacional brasileiro, que procurar direcionar os direitos sociais à realização da felicidade individual e coletiva.

Independentemente dos indicadores existentes sobre a responsabilidade socioambiental da sociedade, defendemos que o meio ambiente do trabalho deve ser inserido no conceito de meio ambiente para fins de melhores práticas de sustentabilidade empresarial. É a empresa verde por fora e também por dentro.

Mas, para que tudo isto seja possível e sustentável para as próximas gerações de trabalhadores, as empresas no Brasil precisam estar vivas, saudáveis e competitivas, hoje.

Julio M. Scudeler Neto é advogado, mestre em direito das relações sociais pela PUC-SP e professor do curso de pós-graduação em direito do trabalho do Cogeae - PUC-SP

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações

Fonte: Valor Econômico

julho 06, 2011

Coletividade individual





AMO A HUMANIDADE. DETESTO O ZÉ E A JOAQUINA.


Amar a humanidade é fácil. Afinal, a coletividade não tem rosto.

Difícil, se não impossível em certos casos, é amar em nível individual gente como...

...o vizinho tosco, que toca [apo]Calypso no som do carro durante todo o sábado.

...o crente chato, que me enche o saco falando só de igreja e fazendo convites coercitivos.

...o ranzinza do colega de trabalho, que sofre de mau humor crônico e contamina o ambiente.

...o patrão sacana, que acha um "jeitinho" de sonegar meus direitos trabalhistas.

...o falso e fingido amigo, que me cobre de rapapés mas, longe de mim, faz minha caveira pros outros.

...o crápula que, para se autopromover, se diz meu "irmão de fé" e se junta a tudo quanto é grupo e rede social de que participo que tentam tratar a sério temas relativos à espiritualidade.

...o parente que, porque tem grana, pensa que pode decidir por mim o que é melhor para mim & família, etc.

Minha vontade, mesmo, é aproveitar este meu mau humor de hoje e mandar todos eles irem juntos sentar em supositórios pra hipopótamo!

Amá-los, não sei nem consigo. Se nem "ir com a cara deles" eu consigo, que dirá amá-los!

E sei que a recíproca é verdadeira, seguramente. Somos bípedes pensantes (nem todos) mas bem esquisitos, embora feitos à imagem dAquele que é Amor.

Cada um, todavia, divorcia-se da Imagem Original, escolhe seus próprios descaminhos de desamor e é por eles que trilha vida afora. Assim sou eu, assim é você -- sejamos sinceros!

Portanto, no nível individual, com exceção de poucas pessoas, eu não sei absolutamente nada do que seja amar. Aliás, sei sim, mas só em teoria. E teoria me abunda na cabeça. Neste caso, contudo, teoria e nada são a mesma coisa.

Em suma, dependendo de quem seja o meu "próximo", eu não cumpro nada do Mandamento dos mandamentos segundo o Cristo determina a todos os seus discípulos, de quem procuro ser um.

Mas sei que não é assim que deve ser. Deve haver esperança pro meu caso. Afinal, como sempre afirmo, eu amo a humanidade...

Fausto Castello

fonte: Publicado no Facebook no grupo Irmãos do Caminho da Graça

junho 10, 2011

Não funciona


Quando dois policiais militares arrancaram de dentro da viatura um rapaz ferido na perna e o executaram com um tiro mortal dentro do Cemitério Parque das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos, em pleno dia, e depois foram à delegacia de polícia e declararam que “o elemento” armado havia resistido à prisão, o que eles estavam querendo dizer, na sua linguagem tosca e bárbara, é que a Justiça não funciona, que eles e seus colegas costumam ajudá-la.

Quando, denunciado esse assassinato, o governo do maior estado brasileiro declarou que todos os casos de resistência à prisão seguida de morte, que ultrapassam os 500 por ano, passarão a ser investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o que ele estava querendo dizer, na sua linguagem de subentendidos, é que a Justiça, incluindo a polícia como seu braço investigador, não ignora como essas coisas são feitas, não é garantia de respeito à vida, não funciona como tal.

Quando a metade das tornozeleiras eletrônicas aplicadas aos presos que estavam em regime semiaberto ou que receberam indulto de Natal foi rompida e abandonada na rua nestes primeiros meses do ano, dispositivo este que possibilita à Justiça monitorar e localizar tais presos onde estiverem, o que esses sentenciados estavam querendo dizer, na sua linguagem desafiadora, é que a Justiça não funciona, não os intimida e que só por acaso serão reencontrados e presos. Estavam querendo dizer que esse é hoje o melhor esquema de fuga coletiva da prisão, com toda a segurança, organizado pela própria Justiça, bastando ao prisioneiro fazer um teatrinho de bom comportamento durante o ano.

Quando dezenas de senadores e deputados notoriamente corruptos, afastados do Congresso pela Lei da Ficha Limpa, a qual foi o povo exausto de tanta sujeira quem propôs e fez aprovar antes das eleições do ano passado, com a intenção de impedi-los de se candidatar, quando esses corruptos conseguiram recuperar seus cargos com base em preceito constitucional, o que eles estavam querendo dizer, na sua linguagem esperta e debochada, é que a retidão da Justiça não pode com o seu jogo de cintura e que nem todo poder emana do povo.

Quando empreiteiras de obras públicas e políticos se corrompem mutuamente, gostosamente, mancomunados com lobistas e doleiros, e põem o dinheiro resultante do superfaturamento a se multiplicar nos paraísos fiscais do mundo, e a Polícia Federal consegue provas sólidas da falcatrua de um desses casos, mas advogados espertos encontram meios de invalidar as provas alegando que foram obtidas a partir de denúncia anônima, e o Superior Tribunal de Justiça aceita o argumento, deixando claro que a prova em si, embora sólida, nem sempre vale alguma coisa, o que eles estão querendo dizer, na sua linguagem habilidosa e doutoral, é que o ideal de justiça não funciona em causas bem advogadas.

Quando partidos políticos, pela voz de seus próceres, admitem ter entrado na falcatrua do caixa dois, e argumentam que “todo mundo faz”, o que estão querendo dizer, na sua linguagem cínica, é que a Justiça não tem mão que os alcance.

Quando juízes embriagados ao volante atropelam e matam cidadãos, sendo que um deles, em Fortaleza, arrastou sua vítima, um motociclista, por 100 metros, e não são autuados em flagrante nas delegacias devido à sua alegada condição de juiz, o que eles estão querendo dizer, na sua linguagem classista, é que a Justiça não funciona igualmente para todos.

E quando uma mulher, sozinha, em lugar ermo como um cemitério em Ferraz de Vasconcelos, viu dois policiais militares arrancar um homem ferido de dentro da viatura, estranhou aquela atitude, ligou do seu celular para o 190 da PM, narrou o que acontecia no exato momento em que acontecia, que estava vendo um dos policiais pegar sua arma, dar um tiro mortal no homem e colocá-lo novamente na viatura, e falando ao telefone ela foi lá interpelar o policial, correndo o risco de morrer, chamou-o de mentiroso quando este alegou que estava prestando socorro à vítima, e comunicou ao 190 a placa e a identificação da viatura, o que ela estava querendo dizer, na sua linguagem indignada e corajosa, é que precisamos acreditar na Justiça, não apenas dizer que ela não funciona, mas ajudá-la a funcionar.

fonte: Veja São Paulo (27/04/2011)
autor: Ivan Angelo

junho 05, 2011

Comportamento nas redes sociais


Zelosas por sua imagem e segurança, as empresas estão cada vez mais de olho naquilo que funcionários e candidatos publicam nas redes sociais. Você sabe como usar os sites de maneira apropriada? Sabe o que não dizer nem o que não deve publicar?

Uma pesquisa recente da empresa americana de segurança de e-mail, Proofpoint, revelou que 7% das organizações já demitiram um empregado por causa de sua atividade em sites de mídia social. Outros 20% disseram que, por causa das redes sociais, empregados tiveram de ser advertidos. (via blog Ecommerce)

O boom atual das redes trouxe dinamismo para o compartilhamento de informações de um modo que vai muito além do simples lazer. Tais recursos podem ser utilizados efetivamente a favor de uma marca, para compreender o público e traçar estratégias focadas nas escuta e diálogo. Mas, para o usuário e funcionário, como utilizar estas redes a seu favor?

Em tempos que se debate tanto a privacidade e os limites entre a postura profissional e pessoal nas redes, uma coisa é certa: é preciso zelar pela imagem on-line e levar em consideração que tudo que é postado diz alguma coisa sobre você. Na dúvida, é sempre melhor moderar.

Erros que podem custar seu emprego

Quais são os comportamentos que um empregador poderia julgar prejudiciais nos perfis on-line de seus empregados? Observe alguns erros que os usuários cometem no Facebook, Orkut e Twitter, e que poderiam servir de porta para o desemprego:

# Postar comentários negativos sobre o trabalho ou a empresa
# Comentar questões privadas da empresa em fóruns públicos
# Oferecer muita informação sobre sua vida pessoal e atividades de lazer
# Publicar xingamentos, palavrões e palavras de baixo calão em geral
# Não respeitar opiniões, credo, filosofia, raça e todos os tipos de diferenças
# Mudar de identidade e fingir ser outra pessoa
# Publicar fotos íntimas e/ou desnecessárias
# Postar comentários sobre sua vida pessoal que poderiam levar um empregador a fazer um julgamento negativo sobre você
# Participar de comunidades de gosto duvidoso. Seu perfil é facilmente identificado pelos grupos que você segue.

Quanto menos comunidades você participar, melhor para a sua privacidade

Ser discreto em relação ao trabalho é a melhor prática para se evitar problemas com os chefes. Aproveite o espaço para mostrar o melhor de você. Se você usa o (curto) espaço das redes sociais para exibir seus projetos, você faz com que seus colegas e até os chefes se aproximem, abrindo espaço para conversas informais e até gostos em comum.

fonte: blog do Ministério do Trabalho e Emprego
imagem: freedigitalphotos

junho 04, 2011

Torne seu ambiente de trabalho mais agradável


Os ambientes nas empresas cada dia mais incentivam a discussão em grupo e o trabalho em equipe. Os espaços individuais estão cada vez menores, e para se dar bem nesse tipo de ambiente leia as dicas do jornal americano USA Today sobre como compartilhar um pequeno espaço mantendo sua privacidade intacta.

Controle o volume da voz
Quando você conversa com os colegas ou está ao telefone, costuma falar alto como se estivesse debaixo de uma cachoeira, berrando para ser ouvido?
Cuidado: um tom de voz acima do normal atrapalha – e muito – os colegas ao redor. Abaixe o volume.

Evite falar palavrões e palavras chulas
Uma das situações mais desagradáveis no ambiente de trabalho é ser obrigado a ouvir um colega de cubículo ou baia usar e abusar de palavrões e de obscenidades. Se você estiver ao telefone com um cliente, o que ele vai pensar? Este tipo de vocabulário pode passar batido no boteco ou no estádio de futebol – mas nunca num empresa ou numa instituição pública.

Respeite para ser respeitado
Muitas vezes é inevitável ouvir as conversas pessoais de seu colega de cubículo. Mas isso não justifica comentar, questionar ou dar palpite no que ele acabou de dizer. Disfarce.

Não fique com conversa fiada
Trate de limitar suas conversas pessoais ao mínimo indispensável. Afinal, ninguém é obrigado a escutar um discurso de meia hora sobre aquele seu problema de joanete, sobre os detalhes da morte de Clodovil,ou sobre o último eliminado no Big Brother Brasil.

Preste atenção na situação
Antes de invadir o espaço de alguém, descubra se aquele é um bom momento.
Você gostaria de dar de cara com alguém justo na hora em que acabou de perder o encaminhamento de um processo importante e urgente, a aprovação de um grande contrato ou depois de uma discussão tensa com seu chefe?

Analise o ambiente
Metade daquele sanduíche cheio de molho, cebola e maionese que você devorou na hora do almoço está em pleno processo de deterioração na cesta de lixo?
Você costuma caprichar na loção pós-barba ou no perfume de sua preferência?
Coloque-se no lugar do seu vizinho...

Tem lugar para tudo!
Seu local de trabalho não é extensão do toalete. Portanto, nada de pentear os cabelos, retocar a maquilagem, lixar as unhas, passar fio dental, usar spray para garganta, essas coisas...

Não obrigue a pessoa a parar tudo o que está fazendo para atender você Trabalhar em ambientes abertos, com divisórias, faz com que as pessoas sejam obrigadas a entrar numa sintonia fina. Quando alguém está concentrado ou em plena data final para entregar uma tarefa ou um projeto, não interrompa. Deixe um bilhete na mesa dele dizendo "Preciso falar com você".

imagem: oregon.gov

maio 24, 2011

Opção profissional

Troca de emprego deve ser analisada com cuidado


O atual aquecimento da economia propicia um tempo de muitas oportunidades de emprego no Brasil. Basta
olhar jornais ou internet para notar que são muitas as vagas disponíveis. Em um primeiro momento, naturalmente isso pode entusiasmar os profissionais da área prevencionista. No entanto, a ideia de trocar de emprego deve ser bem pensada, para que essa busca por melhores condições de trabalho, não acabe causando uma frustração ainda maior.

Um antigo dito popular diz que:
“A grama do vizinho é sempre mais verde”
Ele certamente se refere ao fato de que olhar as coisas de longe pode distorcer a realidade. Isso também se aplica ao trabalho, pois muitas vezes, cansados e desgastados, passamos a olhar uma outra empresa como uma melhor possibilidade, mesmo que ela não o seja realmente. Nessas situações, alguns pontos devem ser levados em conta:

Cada um possui diferentes habilidades e preferências em relação ao trabalho. Há profissionais que se dão muito bem no trabalho burocrático e são ótimos para atuar em Sistemas de Gestão, pois lidam bem com documentos e formalidades. Outros são mais voltados à atuação de campo e se sentem frustrados quando tem de mexer com burocracia.

Perfil

Atualmente, o profissional ideal é aquele que tem o equilíbrio entre as duas funções, mas é verdade que alguns, depois de longo tempo de atuação, se tornam resistentes às mudanças. Dessa maneira, o prevencionista deve considerar qualidades e defeitos da nova ocupação em relação à atual.


Hierarquia e relacionamentos
Em muitas organizações, o profissional de Segurança e Medicina do Trabalho passa a ter, depois de certo tempo, acesso formal ou informal à alta direção. O convívio e o tempo melhoram o relacionamento entre colegas, contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida do trabalhador. Em um momento de decisão, deve-se lembrar que é difícil obter relacionamentos similares aos anteriores ao se optar por um novo emprego.


Conhecimento do processo
Boa parte do sucesso de um profissional do setor prevencionista se deve ao conhecimento de processos específicos que ele vai adquirindo. Uma mudança para uma empresa do mesmo segmento pode ser uma alternativa favorável, enquanto que uma mudança para outro segmento pode trazer problemas.


Valorização
O que se ganha em um emprego é muito mais do que o salário (até porque quanto mais se ganha em espécie, mais se gasta). O “ganhar mais” pode chamar a atenção, mas, creia, no final tudo pode sair mais caro.


Não se iluda
A realidade prevencionista não muda radicalmente de uma organização para outra. Mudam a fachada, os adornos e o marketing, mas são raras as empresas que realmente tratam as questões de SST da maneira adequada. Dessa forma, o prevencionista deve estar ciente sobre como a nova organização valoriza a prevenção conversando com colegas, procurando notícias a respeito, etc.

Possuo colegas de profissão que estão frustrados em organizações reconhecidas, por isso reforço que é preciso refletir muito bem ao pensar em trocar de emprego. Não existem profissionais perfeitos, assim como não existem organizações perfeitas. O que existe é a possibilidade do equilíbrio para viver e atuar da melhor forma possível. Quando nosso perfil se aproxima ao da organização, trabalhamos melhor e somos mais úteis. Saber a hora de mudar ou ficar na empresa faz parte da vida de um bom profissional.

Texto de Cosmo Palásio de Moraes Júnior, escrito para Revista Proteção (abril/2011)
imagem: Beto Soares/Studio Boom

março 06, 2011

Ser Mineiro


"Ser mineiro é não dizer o que faz,
nem o que vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.

Um bom mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranhos,
só acredita na fumaça quando vê fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser mineiro é dizer "uai",
é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.

Ser mineiro é ter
simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.

Ser mineiro é ver o nascer do sol e o brilhar da lua,
é ouvir o cantar dos pássaros e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo e o amanhecer da vida.

Ser mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes
é ser poeta e literato,
é gostar de política,
é amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter a vida interior,
é ser gente."


Fernando Sabino

fevereiro 12, 2011

Eu e o Outro

“Tira primeiro a trave que está em teu olho, pois assim, quem sabe verás que não há cisco no olho do outro.”

Por que o defeito é sempre do outro?

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz...
Está muito ocupado.

Quando o outro fala é intrigante.
Quando você fala...
É crítica construtiva.

Quando o outro se decide a
favor de um ponto, é “cabeça dura”.
Quando você o faz...
Está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar...
É apenas distração.

Quando o outro fala de si mesmo, é egoísta.
Quando você fala...
É porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável,
tem uma segunda intenção.
Quando você ache assim...
É gentil.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem,
está se excedendo.
Quando você faz...
É iniciativa.

Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride...
É fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta pelos seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz...
É prova de caráter.

Quando o outro escreve isto,
é porque se acha o cara.
Quando é você que escrevo isto...
É porque é um cara humilde.

Em muitos julgamentos, julgamos a nós mesmos na figura do outro.

imagem: cartaz (no Brasil) do filme “The Eye”, com Jessica Alba

fevereiro 06, 2011

Morte de um Técnico de Segurança


Um Técnico de Segurança morreu e chegou às portas do céu (é sabido que os técnico de segurança, por sua honestidade, sempre vão para o céu). São Pedro procurou a ficha do técnico de segurança em seus arquivos mas, como andava um pouco desorganizado ultimamente, não a encontrou na montanha de documentos. Então, ele falou para o Técnico de Segurança:
Lamento, mas seu nome não consta de minha lista...
Assim, o técnico de segurança foi ter às portas do inferno, onde lhe deram imediatamente moradia e alojamento. Pouco tempo se passou e o Técnico de Segurança se cansou de sofrer as agruras do inferno. Ele se pôs, então, a projetar e idelizar melhorias.

Com o passar do tempo, o inferno, já tinha ISO 9000, sistema de monitoramento de cinzas, ar condicionado, banheiros com drenagem, escadas rolantes, aparelhos eletrônicos, redes de telecomunicações, programas de manutenção sistemas de controle visual, sistemas de detecção de incêndios, termostatos digitais, etc... E o Técnico de Segurança passou a ter uma excelente reputação.

Um dia, Deus, estranhando a falta de reclamações que normalmente lhe chegava das bandas do inferno, chamou o diabo pelo telefone e perguntou desconfiado:

- Como estão vocês aí no inferno?
- Nós estamos muito bem! Temos ISO 9000, OHSAS 18000 e ISO 14000, sistema de monitoramento de cinzas, ar condicionado, banheiros com drenagem, escadas rolantes, aparelhos eletrônicos, internet, etc. Se quiser, pode me mandar um e-mail para meu endereço, que é odiabofeliz@inferno.com. E olhe que eu ainda nem sei qual será a próxima surpresa que o técnico de segurança nos reserva!
- O QUÊ?! O QUÊ?! Vocês TÊM um Técnico de Segurança aí?? Isso é um erro! Nunca deveria ter chegado aí um técnico de segurança! Os Técnicos de Segurança sempre vão para o céu; isso é o que está escrito e já está resolvido. Mande-o de volta para o céu imediatamente!
- De jeito nenhum! Eu gostei de ter um Técnico de Segurança na organização... E ficarei eternamente com ele.
- Mande-o para mim ou... EU LHE PROCESSO!!...
E o Diabo, dando uma tremenda gargalhada, respondeu a Deus:
- Ah, sim?? Então, só por curiosidade, me responda: DE ONDE você TIRARÁ UM
ADVOGADO, se todos estão aqui???
Este foi o fato. Agora, o perfil:

BASTA ENTENDER OS Técnicos de Segurança , AMÁ-LOS, ABENÇOÁ-LOS E DAR GRAÇAS A DEUS POR TÊ-LOS CRIADO!!

1. Um Técnico de Segurança não é prepotente, é que está rodeado de inúteis.

2. Um Técnico de Segurança não tem o ego muito grande, o quarto é que é muito pequeno.

3. Não é que eles queiram sempre ter a razão, os outros é que sempre cometem algum erro.

4. A um Técnico de Segurança, não é que lhe faltem sentimentos, os outros é que são bebês chorões.

5. Um Técnico de Segurança não tem vida desorganizada, ele só tem um ritmo de vida muito particular.

6. Um Técnico de Segurança não vê o mundo, ele o muda.

7. Um Técnico de Segurança não é um orgulhoso arrogante, os humanos é que simplesmente não entendem isto.

8. Um Técnico de Segurança não é um crítico, os erros das pessoas é que são muito evidentes.

9. Um Técnico de Segurança não é um inútil para fazer tarefas diárias, é que as pessoas comuns gastam a sua valiosa energia em coisas tolas, e um esfregão não necessita um planejamento muito complexo, e nem pode ser configurado.

10. Não é que o trabalho os absorva, é que... do que é que eu estava falando mesmo?

11. Um Técnico de Segurança não comete erros, apenas testa os outros para ver se estavam prestando atenção.

12. Não é que eles se achem grande coisa, é que ELES O SÃO!

Mas, lembrem-se: mesmo seres assim tão perto da perfeição tem lá os seus problemas... de forma que os que não são Técnico de Segurança devem sempre procurar compreender essas almas tristes e torturadas entre a genialidade e a incompreensão.

Divulgue esta mensagem a seus amigos Técnicos de Segurança.
Só uma mente iluminada poderia tê-lo feito...

... claro, a mente de um Técnico de Segurança!


imagem: open4 downloads

janeiro 22, 2011

Desafio: O que está faltando neste texto?


Vamos ver se você é realmente perspicaz! Leia e tente descobrir.

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.

Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.

Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o “P”, “R” ou “F”, o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?

Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.

Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

Descobriu?

Não tem a letra A em nenhum lugar!

dica da Mércia Padovani

fonte: PavaBlog
imagem: 123RF

janeiro 16, 2011

Dieta para Workaholics



Veja como manter a alimentação em dia em meio a uma rotina estressante e desregrada.

Não fique sem comer nada - Ficar muito tempo sem comer é um pecado capital para a saúde do organismo. A nutricionista Milene Tiellet traça o perfil daquelas que não conseguem perder peso em função do dia a dia atribulado. “Geralmente ela acorda com pressa e não toma o café da manhã. O dia passa e, quando ela percebe, já são 15h, aí acaba substituindo o almoço por um lanche rápido. Chega em casa à noite e está faminta justamente por ter se alimentado mal o dia todo. O resultado: ataca a geladeira. Este perfil de alimentação favorece o ganho de peso por diminuir o metabolismo do paciente”, diz.

Reorganize seus horários alimentares - Mudar a rotina de trabalho é algo que não está ao alcance, mas melhorar a dieta alimentar é, sim, possível. A transformação começa pelos horários: \"O que deve ser evitado de toda maneira é ficar mais de três horas sem se alimentar. Quando ficamos sem nos alimentar por mais de 3 horas, o corpo começa a poupar energia e o nosso metabolismo é reduzido. Sendo assim, passamos a gastar menos energia para desempenhar as mesmas atividades e acabamos ganhando peso\", observa.

Lanches rápidos, mas saudáveis - Sem tempo para parar e fazer uma boa refeição, muitas optam pelos lanchinhos rápidos. Para Rodrigues, os salgados de padaria são a pior opção para a fome instantânea. \"Uma boa dica é trocar por um sanduíche de pão integral com queijo minas que em qualquer padaria você encontra. Para acompanhar um suco light sem açúcar\", sugere. Se você não tem tempo nem para fazer um break, invista nas barrinhas de cereal com iogurte: \"São nutricionalmente mais completas do que qualquer salgado ou folheado\".

Pratos coloridos - A mulher deve encontrar um espaço na agenda para fazer, ao menos, duas refeições. Segundo Tiellet, pratos coloridos são sinal de uma alimentação saudável. \"As cores dos alimentos nos indicam os diferentes tipos de nutrientes. É sempre bom ter uma porção de alimento de cada grupo: carboidratos, presentes na batata, no arroz e no macarrão; proteínas, presentes nas carnes e ovos; e gorduras, de preferência as insaturadas, como no azeite e nos óleos em geral\", destaca a nutricionista Milene Tiellet.

Carregue petiscos na bolsa - A bolsa pode ser a sua melhor aliada na construção da nova dieta. Segundo Rodrigues, o acessório é grande o bastante para carregar alternativas ao hambúrguer da esquina, como bolinhos individuais light, biscoitos de polvilho, torradas integrais, frutas, castanhas do Pará fazem parte do cardápio. Todas essas são boas opções para comer a cada trio de horas. \"Sempre ajuda e muito na dieta deixá-los na bolsa ou na gaveta para fazer aqueles pequenos lanches entre as refeições\", indica a nutricionista, acrescentando que levar a comida do almoço para o trabalho também ajuda. E para terminar? \"O cappuccino light é a dica\".

Monte um cardápio semanal - Para encarar esse desafio é preciso se organizar. Os gastos com a alimentação balanceada podem gerar um aumento no orçamento, destaca a especialista, e o consumo sem planejamento pode desestimular a mulher que quer emagrecer. \"O ideal é comprar o que será consumido sem cometer exageros. Montar o cardápio da semana com antecedência é a chave para um planejamento bem-sucedido\", assegura Tiellet.

Após a montagem do cardápio, se os colegas de trabalho convidarem você para um happy-hour, não entre em pânico! Escute a voz de quem sabe: \"A cerveja é a pior escolha. Peça uma caipirinha com adoçante. Nos petiscos, o filé aperitivo é a melhor saída, mas obviamente sem o pão\", finaliza Tiellet.

fonte: Bolsa de Mulher

imagem: iStockphoto
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